CNB/SP recebe a segunda reunião de produção científica da Ennor

Publicado em: 10/05/2019

A segunda reunião do grupo de tabeliães de notas, coordenada por Carlos Brasil, aprofundou temáticas do primeiro encontro e traçou caminhos para cada linha de pesquisa

No dia 10 de maio ocorreu na sede do Colégio Notarial do Brasil - Seção São Paulo (CNB/SP), a segunda reunião com o grupo de pesquisa e produção científica de tabeliães de notas, organizado pela Escola Nacional dos Notários e Registradores (Ennor), com objetivo de formular artigos com temas importantes de relevância na atualidade para a atividade. Foi designado um coordenador capacitado para cada especialidade, o responsável pelo campo notarial da pesquisa é o 7° Tabelião de Notas de Campinas, Carlos Fernando Brasil Chaves.

O vice-presidente do CNB/SP, que planeja organizar reuniões periódicas com o grupo de estudos, diz ter por objetivo tratar temas prementes para a atividade notarial, buscando soluções em um caminho que prestigie a classe como essencial á produção da segurança jurídica. Além disso, abordou quais foram os assuntos tratados na reunião. "Vamos começar a aprofundar as temáticas que foram definidas no nosso primeiro encontro, e também falar sobre os caminhos de cada linha de pesquisa", disse Carlos.

Cada um dos 15 participantes do campo notarial ficou responsável por uma temática de pesquisa diferente. Ao fim do ano, esses trabalhos serão compilados e transformados em um livro. "Temos basicamente cinco linhas de pesquisa, elas prestigiam aquilo que entendemos como os assuntos mais importantes da atividade, ou seja, a questão da segurança jurídica, do ensino do Direito Notarial, da atividade notarial frente às demandas eletrônicas. Então, temos uma divisão de tarefas no sentido de dar um olhar da comunidade acadêmica cientifica para as melhores soluções para o futuro do notariado. É basicamente um trabalho que visa fomentar a atividade e fazer com que fique claro para a comunidade jurídica a sua importância dentro dos aspectos que ela é competente para atuar", concluiu o notário.


Fonte: CNB/SP
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