TJ/SP homenageia professor Manoel Gonçalves Ferreira Filho com Colar do Mérito Judiciário

Publicado em: 30/06/2015
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Em cerimônia carregada de emoção na tarde do dia 29 de junho, o salão do júri do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ/SP) foi palco para a entrega do Colar de Mérito Judiciário ao professor doutor Manoel Gonçalves Ferreira Filho. Comandada pelo presidente da Corte, José Renato Nalini, a solenidade contou com a presença de juristas, políticos e familiares, além de alunos e admiradores do homenageado. O Colégio Notarial do Brasil – Seção São Paulo (CNB/SP) estava representado na figura dos diretores Ana Paula Frontini, Jussara Citroni Modaneze e Sandro Maciel Carvalho.
 
Em seu discurso, o presidente da Casa lembrou a riquíssima trajetória de vida do homenageado, que é livre-docente na cátedra de Direito Constitucional da Universidade de São Paulo e autor internacionalmente reconhecido no tema, com doutorado na França. Além da vida acadêmica, lembrou Nalini, Manoel Gonçalves Ferreira Filho também teve atuação política, servindo como vice-governador de São Paulo entre os anos de 1975 e 1979, além de ocupar o cargo de Ministro da Justiça. “O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, o maior do país e o maior do planeta, cresce ainda mais quando recebe o professor”, refletiu Nalini, “para entregar a ele o reconhecimento do Poder Judiciário de sua terra, pelos incontáveis benefícios produzidos em favor do aperfeiçoamento das instituições”.
 
Manoel leu seu discurso usando-se de bom humor e de vívidas memórias, onde contou fatos de sua infância, juventude e sua escolha pela cátedra do direito. A sua especialização em direito constitucional na França foi lembrada, também, com carinho. O agradecimento veio em forma de toda uma carreira. “Permitam-me fazer uma pequena observação: na minha longa carreira, assisti a uma transformação na qual me regozijo: as disciplinas de prestígio eram, quando comecei, o Direito Civil, o Processual, a Filosofia do Direito, cujos mestres foram os meus mestres [...] e se dizia que o Direito Constitucional não tinha importância, ‘era perfumaria’, dizia. Hoje, o Direito Constitucional tem destaque. E me sinto realizado por causa disso”, ponderou o homenageado.
 
Prestigiaram a cerimônia o Vice-Presidente do TJ/SP, desembargador Eros Piceli;  o Corregedor-Geral da Justiça, Hamilton Elliot Akel; o presidente da Seção de Direito Privado, desembargador Artur Marques da Silva Filho; o presidente da Seção de Direito Criminal, desembargador Geraldo Francisco Pinheiro Franco; o presidente da Seção de Direito Público, desembargador Ricardo Mair Anafe; a conselheira do Conselho Nacional de Justiça, Deborah Ciocci; o ex-governador Claudio Lembo; o ministro de Estado e chefe da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos; o presidente do Tribunal de Justiça Militar,  Paulo Adib Casseb; o procurador-geral do Estado, Elival da Silva Ramos;  o defensor público-geral,  Rafael Valle Vernaschi; o promotor e chefe de gabinete da Procuradoria Geral da Justiça do Estado, Ricardo de Barros Leonel, representando o procurador-geral; o 1º vice-presidente da Associação Paulista de Magistrados, Miguel Petroni Neto, representando o presidente da instituição;  a conselheira  do Instituto Paulista de Magistrados,  juíza Tania Mara Ahualli, representando o presidente; o presidente do Instituto dos Advogados de São Paulo, José Horácio Halfeld Rezende Ribeiro; o chefe de gabinete da Presidência do TJ/SP e decano da Academia Paulista de Letras, poeta Paulo Bomfim; o chefe da Assessoria Policial Militar do TJ/SP, coronel PM Washington Luiz Gonçalves Pestana; o chefe da Assessoria Policial Civil do TJ/SP, delegado Fábio Augusto Pinto, representando o delegado-geral de Polícia do Estado; o vice-diretor da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, professor Renato de Mello Jorge Silveira; os juízes assessores da Presidência Afonso de Barros Faro Júnior, Ricardo Felício Scaff, Maria de Fatima Pereira da Costa e Silva, Kleber Leyser de Aquino e Fernando Awensztern Pavlovsky; desembargadores, juízes, integrantes do Ministério Público, defensores públicos, advogados, familiares, servidores e muitos de seus ex-alunos.

Fonte: CNB/SP